domingo, 10 de fevereiro de 2019

Pedras que falam

foto de Alquiminera: exposição de @leosantanaescultor, de 1994.

Somente depois que a lama começou a secar dentro de mim, tateei o solo frágil por onde caminhar e avaliar os destroços que ficaram expostos e ocultos.

Ai de mim, mineiro por natureza. Daqui do Porto parto em cacos, restos, formas disformes e questionamentos sujos, turvados por pensamentos dúbios de compaixão e raiva, angústia e dor, hematita a ser arrancada do peito.

A pedra do caminho de Drummond era de minério de ferro.

Pobres de nós que não sabemos ouvir o saber dos artistas. Em 1994, o escultor Leo Santana já nos contava em sua exposição nos córregos de Macacos - São Sebastião das Águas Claras o que estava por vir. Mas a arte é só um saber menor: o que importa é a razão, os cálculos dos engenheiros, a precisão dos economistas, a ciência dos matemáticos, a proporção dos investidores. O escultor que magicamente sentou Drummond no banco de Copacabana não pode ser mais preciso que a aritmética do Homem que Calculava.

Tenho compaixão de quem fez a planta da mina de Brumadinho, colocando os escritórios e o refeitório embaixo da barragem de rejeitos. Porque não existem argumentos capazes de livrá-lo de seu travesseiro e do escuro da noite. Quando a luz se apaga, ele experimenta o oco da vida, onde estão os filhos e pais e mães, enterrados vivos sem travesseiros.

Ah, mas a barragem não foi feita para arrebentar. Não. E nenhuma tábua foi feita para cair na cabeça de nenhum pedreiro. Ele é obrigado a usar capacete, não porque sabemos que existe um tipo de tábua voadora. Mesmo sem ser engenheiro, não preciso de argumentos para defender o que fatalmente é óbvio.

Queria abraçar os bombeiros, lavar suas roupas, achar os seus olhos e dizer que me importo.

Não quero pensar que quem não saiu às ruas depois da tragédia de Mariana, de algum modo, jogou um tiquinho de lama em todos os filhos e pais e mães que não vão voltar para suas casas. Não quero pensar que até os parentes daqueles vitimados, que não saíram às ruas, também podem por um momento sentir essa angústia. Até os funcionários da mineradora que não gritaram antes, eles também, podem ter tido essa angústia em seu derradeiro grito.

Tenho compaixão de cada funcionário da mineradora, de todos os investidores que tem ações desta empresa, do presidente da companhia, das suas certezas que foram enterradas ao lado de dezenas de corpos e das suas dúvidas lavadas pela lama. Dos diretores, dos gerentes, de quem sabe alguma coisa, de quem não sabe nada. Tenho compaixão dos que postam qualquer coisa a respeito dessa tragédia sobre si e sobre sua atuação no instagram, com a melhor das intenções. Tenho compaixão de mim, que escrevo esse texto pensando se devo deletá-lo ou publicá-lo. 

Eu sei a cor da água turva de minério. Lavamos ferro. Levamos ferro. Os duzentos milhões de brasileiros são cúmplices ocultos de uma tragédia visível. E todos devemos nos envergonhar.

Estou com vergonha. Talvez eu pudesse ter gritado mais do que gritei, ter feito mais inimizades do que fiz com minhas opiniões ditas obtusas, rasas e equivocadas. Talvez eu devesse ter saído mais às ruas, chorado mais, pedido mais, perdido mais. Mas é sempre assim: o medo da perda é particular. 

Se a verdadeira arte e os artistas, de fato, tivessem seus saberes equiparados com outros saberes, talvez não tivéssemos sociedade. Quem sabe, saciedade.

Da minha parte, peço desculpas pelo que não fiz. Eu, como tantos outros, juro que achei que estava tentando, em minha preocupante ignorância.

Triste, Poeta. A poesia se arrebentou e as pedras cantaram, como também previu Dominguinhos e Fausto Nilo. As pedras agora não estão só no meio do caminho. Estão por cima de todos, todos todos, todos todos todos todos todos, todos nós. 

Me sei sempre soterrado por palavras. 
É bem mais difícil o que sinto agora.

Bê Sant'Anna é escritor, 
tradutor, doutorando em Ciências da Linguagem 
pela Universidade do Porto.











quinta-feira, 8 de novembro de 2018

Freddied


SimplesmenteeunãoseicomofazerparadizeroquesentivendoofilmeBohemianRaphsody. Foialgumacoisamágicodescritivadeumsonhoqueficounomeiodocaminho. Pensoemcomodizerissodeformamaisbrandaoudeformamaissimplesoumaisexplicativamassimplesmentenãomevemoarparaqueeurespireepossaparardereviveraperdadeumídolodeamigosdesonhosdepoesiaenfim. Émuitodifícilassociaradificuldadederelacionamentocomopaiaquestãofamiliaromedodomundoomedodaperdaosamigosquesevãoasfacadasnascostasaspuxadasdetapeteosonhodeummundoquesimplesmentenãoexisteasexpectativastodassobreoamorasdorestudoissotudojuntovindonumaondaderockandrollmisturadocomopassadoquesefoieotempodosemprepresenteemnossaancestralidadeatemporal. Eutenhocertezaquenãoestoumefazendoentendermascomoestousemarficadifícildizeroquequeriadeummodomaisordenadoousimplesouracional. Avidaasvezesatropelaagentemaisdoqueaspalavras.Asquesaemeasquenãosaem. Parecequenessefilmeoqueficaengasgadovememformadeemoçãolevandoagenteparaabeiradadoprecipícioquenoslembraque"àsvezeseudesejavanuncaternascido". 
Éessamesmoavidareal? SaudadesdeFreddieMercurydeGilbertoGildoDidiMocódoBatmandasamizadesverdadeirasdossonhoscompartilhadosdeummundoqueparecesóexistiaemminhacabeçademenino. 
Nãoamamosascriançasporquesãocriançasmasporqueelasaindaconseguemviverumpouquinhodoquemorreuemnóseissoédeumegoísmofilhodaputa.
Émuitoruimsaberquemorricantandowhowantstoliveforever. SougratoaoFreddieportermecolocadonolugardosonho.
Penaqueelenãoexistemais.
MinhasorteéquepossoouvirvezououtraamúsicaBohemianRaphsodyeresgatarporseisminutosavontadedesonharnovamente.
OFreddieMercurymorremesmonofinal.

#bohemianraphsody

domingo, 12 de agosto de 2018

Parta, Parto, Porta, Porto




















Eu porto.
Saudade. Levo comigo. Parto sem dor.
A casa do peregrino está fundada em suas botas. Alpendre.
Sopro distante, brisa do mar.
As ondas do outro lado do oceano tem novo canto quando fazem carinho na praia.
Os seixos rolados repercutem percussivos quando rolam em meus olvidos.
Baixa, Freixo, Chiado.
Arrulham, Alhures.
As gaivotas latem descansando nos telhados. Miam quando partem em voo.
Os azulejos aluzejam meu espírito.
Há eiras e beiras.
Há ferros retorcidos nas sacadas. Amadeiro-me.
A passagem de volta é olhar para dentro. A passagem de ida é sentir o vento.
Eu voo.
O sorriso distante é dentro, a risada menina é dentro, a raiz que cresce é dentro.
O balanço é gostoso quando a gente amarra no galho firme e distante do chão,
na copa que faz sombra mesmo em dia nublado.



quinta-feira, 12 de julho de 2018

Qual Quer.



Não quero ir, minha BeBê.

Olhos, seus olhos, castanhos, amendoados, melados, devidamente adornados emoldurados em cílios perfeitos. Melo-me.

Sou a busca por sua risada, sua compreensão, afeito afeto, desperto, eu qualquer. Um seu, um pedido, um perdido, uma súplica. Me ame mais, filha, porque preciso. Por favor.

Você me faz acreditar na vida, me faz acreditar no mundo, me faz acreditar no ser humano, no Bom, no Bem, no Belo. Você, tão você, tão ubiquamente nada eu, melhorado, melhorada, em perfeita sincronia com o que tem que ser. Seja.

Cereja.

Já não zarpo, já não parto, partido há sete anos e meio, não mais me completo sem sua cabeleira ou sua delicada forma de ver e ser meu mundo. Sou um turista perdido dentro de mim mesmo.

Sou alguém que quer ser melhor por sua causa. Sou quem quer salvar o mundo por sua causa sem ser herói. Seu cheiro, seu humor. Sua risada menina. Seu encanto é minha rede. Talvez até de proteção.

Me salve, minha filha.

Sou o erro mais obtuso que deu certo, porque, sorte de principiante, lhe fiz. Assim assim.
Meu espelho não me revela mais quem sou, mas quem preciso ser para ser seu pai.
Pôr um triz no nome demuda as certezas que eu tinha. Você me interroga, filha, e me obriga a responder. Sou texto inacabado, palavras, tentativas de frases procurando imagens de nem sei.

Pele morena, claro. Serelepice. Spice. No tempero da vida, você me ensinou as receitas que tento aprender pra viver em saciedade.

Eu, pai, pouco, saudade, pequeno.
Você, filha, abraço, encontro, chamego.

Em sete anos e meio a guarda compartilhada que conheci foi meu coração. É o quem vejo guardado na primeira gaveta do seu armário, solitário, a espera de você.

Não, quero ir, minha BeBê. Preciso. Você me encontre. Por favor.





quinta-feira, 26 de abril de 2018

Medo



Heuje, caminhando para o mercado central, chorei duas vezes. 

Não há medida para saudades.

Minha incompetência aposta corrida com o desejo de mudança e vence a disputa. Sou um juiz forjado no tempo. Minha ganância moldada pela cultura católica, minha ira sufocada pela doçura de minha mãe, minha revolta domada por toda leitura. 

A mansidão amainou a tempestade. Gelei-me.

Não penso mais em zarpar, não mais em saltar, minha espada, embainhada, enferruja com o pranto dos momentos de solidão profundos.

Colhi as velas no mar aberto. Me sentei no calado do barco, no calado da vida, nu, calado Davi.

A soma dos pesos não permite balanças.

Quando distar-me terei ido.

Findo, derrotado e re-partido.

As chagas do berço dóem cicatrizes húmidas.

Os queijos caros e premiados que comprei no mercado central tem fungos invisíveis.



terça-feira, 3 de abril de 2018

Como com viver sem.





não canso de me querer escrever

iletrado, tenho colecionado silêncios

em mim, de finições e recomeços, ex-cutas

zelo substantivo, zelo verbo: 
a etimo-elegia do ciúme

pedra fito, zentimento, 
o eusquecer universamente

o cheiro da minha filha 
é mesmo
o tsunami do Cosmos. 



terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

Travessias do Tradizível: João Guimarães Rosa e Juraci Dórea


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REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS


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