sábado, 28 de abril de 2012

Cabeça baixa.





19:03h ela desliga a luz da varanda.
Ele aguarda.
Aguarda mais um pouco.
Talvez seja hora de voltar pra casa, chorar um pouco e entender que tudo não passou de um sonho.
No dentro dele, um grito silencioso rasga os dias, fere as noites, borra a existência sem a presença dela.


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