quinta-feira, 21 de julho de 2011

Beira rio

Seu silêncio mata a noite.
Enlouquece a estrada,
é pedra, é nada, é cisco no olho.
Seu silêncio a Deus pertence.
A mente, omite, ausente, aos desígnios transcendentes.
Seus mistérios a Deus, minha gente.
Era seu, era só, era sinto
muito.
Pertencente, é só, pertensente.
Somente maçã, somente a vê lã, só mente a Deus quando passa da hora.
Vão bora?
Vão ali fazer festa que o povo vem chegando...

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