quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Em bora.













Quando se história de amor, caso.
Caso contado, caso casado,
caso calado pra quem quer de fato ouvir.
Quando se história de amor, caso.

Caso contente, caso pingente,
um caso claro de casaragente.
Casei com os olhos,
o sorriso,
o cheiro erótico perturbamente.

Cá, sei com os olhos,
sei de ouvir por trás da boca,
sei o que chacoalha a alma.
Sei o que me acalma, o que me aquece e desestrutura.
Um caso clássico de casamentura.

Esse pau duro de cortar os pulsos, essa nudez que inocenta a gente,
o caso curo, mesmo delinquente.

Quando se história de amor, eu caos.
Eu caso caos, eu desmelinguotodo.
Eu mais que engodo, eu já refeito em ti.
Eu mesmo jeito, eu nunca estreito atrapalho. Eu ducaralho,
eu
superfeliz.

Eu quando caso, amor se história quando.
Eu quando caso, amor se historiandando.
Eu quando caso de amorsefondo, me findo todo pra me revestir.
Revisto tudo, revista toda, revista óculos, quero a partir.
Se Quando amor, eu me traduzo mundo,
quero que tudo me levante a ti.

O mundo é mais queas dores sintomuitoagora.
Bora?

2 comentários:

val disse...

Adoro seu blog...
Abração

Bê Sant Anna disse...

que bom! seja bem-vindo. Se adora é porque de algum modo compartilha. seja poema em sua vida! :)