terça-feira, 14 de junho de 2011

É lida, a trema.

Ei, Bela Trema.


Você não está em desuso. É rara, é diferente. Encontra leito é nos cultos, nos sábios, nos textos profundos.

No verdadeiro amor romântico. Não no romantismo bestabobo, irracional, sem medida.

Há medida pro amor que não se acha em cada esquina. Não é fútil, não é séptico, não é réptil.

É borboleta menina. É borboleta, menina.

É o verdadeiro mar. É a mar, mulher, fértil, feminina, esquina. É lida por quem sabe, É lida por iniciados na vida.

Sabe, "mar", em francês, não é feminino à toa. Talvez por isso o francês nos pareça a língua do amor.

Pensando bem, Bela Trema, você é lida por quem gosta de queijos e vinhos e sabe dos piquiniques nas tardes de inverno.

Bê ijos de um fã reconhecido seu*.



*também

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