quinta-feira, 4 de novembro de 2010

SAMPA BH: amor a caminho

Pingentes de luz sobre nossas cabeças. E uma seleção musical que passava por The Beatles, Led Zeppelin e tinha seu climax, como não podia deixar de ser, na performática, sedutora, transgressora, revolucionária Queen. Tá bom, usei muitos adjetivos. Mas como definir uma banda que tem Bohemian Rhapsody e que inspirou até os geniais The Muppets? (clique!)
Só alguém com a sensibilidade do Arthur, o rei, digo, o noivo retratado acima poderia ter ousado sonhar e dividir seu sonho com seus convidados em seu muito cASAmento.
Sim, eles voaram sobre nossas cabeças.
Aline, vinda do interior, tentou a vida na capital e venceu. Conheceu pessoas, fez amizades, construiu relações, estabeleceu encontros verdadeiros e conheceu Arthur, um roqueiro que trabalha em banco - ou algo do gênero. ;)
Sim, pelo telefone.
Interessante como os meios de comunicação aproximam as pessoas quando seus corações estão abertos, não?!? Recentemente, tive dois exemplos. Um: fui absolutamente mal interpretado em um email. Por quê? Porque o coração do ouvinte (leitor) do email estava fechado para mim, para minhas palavras. Dois: fui amado como poucos me amaram através de um comentário em uma mensagem fechada para mim no facebook. Amor de verdade. Amor cuidado, amor carinho, amor compaixão. Simplesmente.
O primeiro, perto, na mesma cidade e o segundo há uns 450 km de distância. Fico com o segundo.
Longe é um lugar que não existe - diz o livro LINDO de Richard Bach. (vai aí minha dica)
Aline e Arthur sabiam disso. Por isso, diz o bolo da noiva, não importa se estamos juntos ou separados fisicamente. O Amor cuidado, o amor carinho, o amor compaixão, o amor sexo, o amor tesão, o amor admiração sempre encontram caminho. E brindam a todos! Os dois, os convidados para a verdadeira "Ceia do Senhor", os que realmente buscaram neste encontro, o Encontro.
Eu Encontrei com minha nova velha amiga Aline e com meu mais novo velho amigo Arthur (que compartilha a mesma paixão pela música que mais gosto). E posso dizer, os dois estão muito bem, agradecido.
Parabéns, Arthur e Aline! Nós também amamos vocês...

Em tempo: quando eu morrer, coloquem Bohemian Rhapsody bem alto enquanto cremam meu corpo, e brindam com uma cachaça e uma cerveja gelada. (Claro!: e um torresmo!, mas isso nem precisava dizer... quem me conhece vai providenciar.)

4 comentários:

ARTHUR CESAR disse...

Querido novo velho amigo Be; daqui de Veneza, cidade fora dos nossos padrões para o que conhecemos por cidade, lemos seu blog que fala carinhosamente e pq ñ, apaixonadamente, de nosso casamento e de duas de minhas paixões: desta Menina Linda que descobri em BH e do rock. Rock em casamento? Namorar uma garota que mora em BH? diriam: nonsense...Pois nosso casamento foi a soma destas duas paixoes: teve Bohemian Rapsody na entrada do noivo (quem ousaria?) e teve o "sim", conclusão do "projeto Aline" (quem acreditaria que desse certo?)...Bê, os dois são resultado de algo em que sempre acreditei: "mais vale apostar num sonho, dê ele certo ou errado, do que ficar vendo a vida passar..."...e deram certo!! (li como sendo frase do Roberto Medina ao montar o primeiro Rock in Rio). Um grande abraco de seu novo amigo,
Arthur

Ana Cabral disse...

Belo texto!
O encontro acontece mesmo longe
pois o coração sempre abre o caminho. Não é?
Seria tão bom se o mesmo coração que rompe as barreiras do espaço e do tempo não deixasse que a cabeça racionalmente maluca interferisse nesse amor. E que tudo não se desfizesse como gelo esquecido em cima da mesa.
Eu acredito nas relações e acredito no amor que dura para sempre!
Em tempo também lhe digo que seu blog é viciante. Sempre tenho que passar por aqui e dar uma espiadinha.

Bê Sant Anna disse...

Sou grato por lerem e por mandarem mensagens tão carinhosas. Arthur, apaixonadamente mesmo! Ana, eu também acredito nesse amor!
Bê ijos carinhosos! PS aproveite Veneza, meu velho! Ainda quero conhecer essa beleza!

Marcelo disse...

Be, belas palavras dirigidas merecidamente ao casal.
Mas, de coração aberto, deixe eu discordar de vc: o climax musical foi a performática, sedutora, transgressora e revolucionária "Festa no apê".
Viu? Como tem gente, como eu, que não gosta de Bohemian Rapsody. Na verdade nem conheço este cantor (ou é banda?).Para mim era um tipo de cerveja.
Então da mesma forma aceito se vc disser que não gosta do Latino (não é cão, é um cantor, tá?)
Pelo menos temos algo em comum: adoramos o casal Arthur-Aline!!
Parabéns pelo texto e me perdoe pelo plágio nos adjetivos da música (vc usou todos os que eu sempre quis, e nunca os encontrei, para qualificar o mega-hit "festa no apê")