sexta-feira, 27 de agosto de 2010

esperome


flores que vejo.

jardim de minh'alma.

na esperança, a dansa com s que Gimarães Rosa cultivava.

é espelho, é lago, narciso que bate à porta.

abraço no frio, em pé na calçada, pé lá, pé cá. 

sentimentos confusos que chacoalham o ser muito humano.

cisão, corte.

no espelho do seu olho me vejo, sou eu, sou desejo,

sou rasgo na roupa tirada na pressa de se entregar.

casulo de mim, aguardo.

e tardo na espera do seu caminhar.

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