domingo, 25 de julho de 2010

m-ente

Ele queria que fosse diferente.
Que um riso, que um sonho, que um phone, um contato fosse fato, fosse feito, fosse... enfim.
Queria que o sono de viver não estivesse, não se mostrasse, não aparecesse assim, real, tão estupidamente empírico.
Sim, Otelo, Mouro, Moura, que Shakespeare, que shake.
Seu sentido, sem ti, dor.
Sem jeito, melhor dormir um pouco. O Tempo acabou de passar. E resolve nãonuncamais voltar. Sabe? Também sei, eu vi.
E vejo um pouco a cada dia, na triste memória que insiste em deixar sua marca impressa no porta-retrato da mente. Sim, mente. Triste-mente.
Os ipês rosa de Belo Horizonte têm nos salvado da morte súbita.

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