domingo, 27 de junho de 2010

quando a lua nasceu na estrada hoje



Sat patim dehi parameshwara - disse minha prima.
Entendo bem o que você quer.

Desentendo o querer, baseado no ser. Desejo o estar e permanecer.
Entendo mais o silêncio e o perdão.
Desentendo o falso sentido do não.
Desejo o quemte, quente e somente tanto verdade.
Simplesmente.
Simplásticamente.
O olhar da menina me diz que lua, que sentido, que ouvido e balbucia.
Se inicia no somar.
Somalicia.
Todos os beijos daqui por diante vão indiscutivelmente falar de nós.
Êta agrura que desatina...



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