segunda-feira, 14 de junho de 2010

paduanos


Se milagres desejais,
recorrei a Santo Antônio;
Vereis fugir o demônio
E as tentações infernais.

Recupera-se o perdido
rompe-se a dura prisão
e no auge do furacão
cede o mar embravecido...

Responso de Santo Antônio, que de vida, rumo e sonho, faz-se presente pra gente.
Que dá luz, reza graça, conduz. Que vigília, mistério, sério, critério. Monastério.
Induz.
Se fogueira, preto e sonho, se crepita, luz e fogo... neve de cinza que vira natal de menino e lembra que flâmula, bandeira.
É verde e vermelho, Seu Dotô. O amarelo sangrou.
Ê minha Dinha, sua bênção. Sua reza é forte, né? Queria esse olhar pra mim.
Olha pra ela, minha Dinha. E descobre, revela.
Já vi máscaras de carnaval. Nunca de São João, Santo Antônio.
Será que alguém vai guardar quentão pra mim?
Tava quase, o casamento na roça.
Quase-quase.





Nenhum comentário: